
terça-feira, março 03, 2009

encenado por
Sílvia Alves
à(s)
02:08
cena: pós-modernidade
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
"deram-me o lado molhado da casa para viver, em redor a terra saturada de voláteis sementes, os tanques de abundante água e a fértil noite fedendo a seda calcinada das últimas visões" Al Berto in "O Medo"
encenado por
Sílvia Alves
à(s)
02:08
cena: pós-modernidade
8 comentários:
mas a questão moral é 'o que devemos fazer', que poucas vezes se coaduna com 'o que queremos fazer'...
não é?...
eu ainda penso que sim... mesmo que seja a ambiguidade do dever interior... nem sempre sabemos exactamente o que queremos.
Muito interessante a imagem e o escrito. Temos muito ainda que caminhar, mas é isso aí!
Beijos, CON DUARTE
mas sabemos bem o que devemos fazer :-) pode é ser contraditório com o que queremos, ou o que julgamos que queremos, ou o que pensamos que sabemos que queremos.
mas como a conversa corre o risco de se tornar pesada, deixe-me aproveitar para a cumprimentar pelos seus blogs! :-)
será? será que sabemos o que devemos fazer? será que sabemos sempre onde está o bem e onde está o mal? acho que sabemos muito pouco e as verdades universais perderam-se.... será uma espécie de cegueira?
e muito obrigada. :)
a questão está em comer ou não comer a maçã.
a maçã deve sempre ser comida. o nosso dever não passa por não pecar. se calhar, até passa por pecar
Considerando que a moral é um escolho na evolução humana...No pecar é que está o ganho...
Enviar um comentário